Acolher quem chega. Conferir com cuidado quem vai cuidar.
O que muda para cada pessoa da sua igreja, de quem levanta a mão no
corredor até o pastor que responde pela congregação. E, ministério por ministério, o
que a igreja pede antes de alguém começar a servir, e por quê.
Quer servir e ainda não sabe onde? Tem por onde chegar.
Quem levanta a mão não precisa conhecer o organograma da igreja nem
achar a pessoa certa no grupo. Precisa de uma porta, e de saber que alguém vai abrir.
“Ainda não sei onde”: o formulário de quem se oferece.
Chega por onde fizer sentido: uma necessidade que a igreja publicou, uma função
de um ministério, uma ideia própria, ou simplesmente “ainda não sei onde”.
Se oferece em poucos campos, sem criar conta nem senha.
Pode se oferecer até para um lugar que já está completo: a liderança guarda o
nome dela para quando abrir.
Sabe quem vai ler. A confirmação traz o nome de quem vai falar com ela —
não é um recibo automático.
Conhece a igreja antes de chegar: os ministérios, para que cada um existe,
quando se encontram, onde há lugar em aberto, os horários de culto.
Depois que começa, enxerga o próprio ministério — o que faz, quando, onde, quem
lidera, quem está na equipe — e recebe uma palavra de boas-vindas escrita e
assinada pela liderança.
Cuida do que é dela: vê a própria ficha, corrige os próprios dados, decide a
própria foto e retira, no próprio perfil, a permissão de aparecer em público ou de
receber e-mail (o efeito chega em até 72 horas).
Quem lidera um ministério
Você sabe quem está esperando, e desde quando.
O líder continua sendo quem acolhe. A diferença é que agora ele vê quem
está à espera, em vez de depender da memória.
Quem está esperando, e desde quando.
Vê quem se ofereceu para o ministério dele e há quanto tempo cada pessoa espera acolhida.
Chama no WhatsApp ali mesmo, e a acolhida fica registrada.
Quando não é a hora, diz “agora não” com cuidado: escreve o motivo, oferece
outro caminho e marca quando voltar a conversar. Nenhuma negativa sai sozinha — quem
fala é alguém da casa.
Aprova quem entra no próprio ministério.
Descreve o ministério e as funções, publica o que está faltando, indica o próprio
vice e monta a equipe vendo onde cada pessoa já serve, para não pesar sempre sobre
os mesmos.
Manda a ficha para a própria equipe por um link, e enxerga dela o que precisa
para cuidar de quem serve — contato de emergência, experiência, se está conferida —
e nunca o CPF.
Quem acolhe sem destino · o diaconato
Quem disse “ainda não sei onde” tem alguém esperando por ele.
É quem mais se perde: não tem a quem procurar nem por onde começar. Na
sua igreja, essa pessoa passa a ter um nome do outro lado.
Quem chegou sem saber onde, esperando uma conversa.
O diácono recebe quem chegou sem saber onde servir, conversa e encaminha ao
ministério certo.
Ajuda a cuidar do voluntariado: inclui pessoas, monta equipes, enxerga o que a
liderança enxerga.
Acolhe sem carregar o que não é dele: não aprova, não mexe na estrutura dos
ministérios, não lê a ficha.
A liderança da igreja
A igreja inteira à vista, sem perguntar a cada líder.
Pastor e presbítero começam pelo que precisa de atenção, e não por uma
lista de tudo.
Como está a igreja: primeiro o que ficou para trás.
Montam a página da igreja: nome, logo, história, horários de culto. Endereço e
mapa aparecem só se a igreja quiser.
Escolhem os ministérios num catálogo pensado para a igreja brasileira, e acham
cada um pelo nome que a sua igreja usa.
Têm o chamado pronto para o púlpito: o texto, o endereço, o QR e a mensagem
para mandar no WhatsApp.
Veem primeiro o que ficou para trás: a conversa prometida que venceu, quem passou
do prazo sem acolhida, o ministério sem líder.
Conferem a ficha dos ministérios que pedem mais cuidado, e escrevem a anotação
interna e a palavra de boas-vindas.
Os ministérios mais delicados — aconselhamento, resgate, segurança, transporte,
tecnologia, secretaria e tesouraria — não aparecem como porta aberta ao público.
Entra quem a liderança convida.
Quando alguém pede para sair de vez, o pastor atende: o nome e a ficha da pessoa
somem, e fica só o registro de que houve o pedido.
A igreja se cadastra com o próprio CNPJ, e só aparece em público depois que uma
pessoa confere.
A página da sua igreja
Sua igreja ganha um endereço para quem quer servir.
Cada igreja tem a própria página: quem ela é, quando se reúne, quais
ministérios estão abertos e onde está faltando gente. É o link que vai no grupo do
WhatsApp, no boletim e no telão — e é por ele que alguém chega sem precisar conhecer
ninguém lá dentro.
A página da igreja: quem ela é, quando se reúne e onde fica.
A logo, o pastor, os horários de culto e, se a igreja quiser, o endereço com o mapa.
Os ministérios publicados, para que cada um existe e quantos lugares estão em aberto.
Um “Quero servir” em cada ministério, e a porta para quem ainda não sabe onde.
O texto pronto, o endereço e o QR para levar ao púlpito.
Se a igreja quiser, ela entra no diretório das igrejas do Eis-me Aqui: uma nova
forma de ser encontrada por quem procura onde servir.
Só aparece o que a igreja publicou. Quem se ofereceu, e os dados de cada pessoa,
nunca vão para a página.
No diretório das igrejas, ao lado de outras congregações.
A ficha, ministério por ministério
Nem todo lugar de servir pede a mesma coisa. E quem preenche sabe por quê.
Quem cuida de criança, quem leva gente na estrada e quem conta a oferta
servem com a mesma disposição, mas não com a mesma responsabilidade. Por isso a ficha não
é igual para todos. E ninguém preenche no escuro: no momento de digitar, a pessoa lê o
motivo escrito para o lugar onde ela vai servir — não um aviso genérico.
A ficha resumida
Para todos que servem.
O que pede
Nome completo, nascimento, telefone, um contato de emergência, desde quando é da
igreja e a experiência que já tem.
Quem lê
Quem lidera o ministério, o vice, o diaconato, a liderança e a própria pessoa.
A ficha completa
Para os ministérios que pedem mais cuidado.
O que pede
Tudo da resumida, mais CPF, RG, endereço, a igreja de onde veio (com um contato de
lá e o motivo da saída) e três declarações.
Quem lê
Só o pastor, o presbítero e a própria pessoa.
A ficha completa vale também para quem lidera esses ministérios, e não
só para quem serve neles. E há funções delicadas dentro de ministérios comuns — como quem
ensina as crianças na escola bíblica — que também pedem ficha assinada, conferida e
aprovada, na versão resumida.
Por que cada ministério pede mais
Os motivos são cinco. Cada um tem o seu texto, e é
ele que a pessoa lê e assina. Quem escolhe qual texto aparece é o ministério, nunca a
pessoa: ninguém escolhe o que vai assinar.
O que ela lê antes de digitar o CPF.
O que ela assina para servir com crianças.
Ministério infantil e de adolescentes
“Porque são menores de idade”
Quem você vai cuidar aqui ainda não tem idade para responder por si, e
enquanto está na igreja é a igreja que responde por ele. Por isso, antes de você
começar, ela precisa saber quem você é — com documento, e não só de vista.
Ela declara que não responde a processo nem foi condenada por
crime contra criança ou adolescente; que autoriza a igreja a consultar os seus
antecedentes e a falar com a igreja anterior; e que nunca fica a sós com uma criança —
porta aberta, sempre com outro adulto.
O texto que ela assina cita o Estatuto da Criança e do Adolescente e a LGPD.
Melhor idade · aconselhamento · inclusão e Libras · resgate
“Porque alguém vai depender de você”
Pessoa idosa, pessoa com deficiência, quem procura conselho, quem está saindo
de um vício: aqui quem recebe o cuidado depende de quem cuida, e nem sempre consegue
pedir ajuda se alguma coisa sair errada.
Ela declara que não tem condenação por crime contra pessoa idosa,
pessoa com deficiência ou pessoa vulnerável; que não fica a sós com quem é cuidado; e
que guarda sigilo do que ouve.
O texto que ela assina cita o Estatuto da Pessoa Idosa, a Lei Brasileira de
Inclusão e a LGPD.
Secretaria e tesouraria
“Porque passa dinheiro da igreja pela sua mão”
Quem mexe nisso ela confere — não porque duvide de você, mas porque é assim
que ela consegue dizer à congregação, de cara limpa, que o que é de todos está em mãos
conhecidas.
Ela declara que não tem condenação por crime contra o patrimônio;
que toda entrada e saída passa por duas pessoas; que presta contas; e que guarda sigilo.
Tecnologia
“Porque você vai enxergar os dados de toda a igreja”
Quem cuida dos sistemas alcança o cadastro de todo mundo — nome, telefone,
endereço, a vida de gente que nunca vai saber que você teve acesso.
Ela declara que usa só o acesso de que precisa, não copia nem
repassa nada, avisa no mesmo dia se algo vazar e devolve os acessos quando sair.
Segurança e transporte
“Porque a segurança das pessoas fica na sua mão”
Quem fica na porta decide quem entra; quem dirige leva gente na estrada,
muitas vezes criança e pessoa idosa.
Ela declara que, se for dirigir, tem habilitação válida e da
categoria certa; que não dirige depois de beber; e que nunca fica sozinha com criança
ou pessoa idosa.
Um ministério delicado que não está nesta lista
A ficha não inventa um motivo.
Ela pede à pessoa que pergunte a quem a convidou, antes de enviar.
Dizer um motivo errado seria afirmar um fato falso sobre a vida de quem preenche.
O que todo mundo assina, em qualquer ministério:
que serve de forma voluntária, sem remuneração e sem vínculo de emprego (o texto cita a Lei do Voluntariado);
que pode deixar de servir quando quiser;
que pode pedir para ver, corrigir ou apagar os próprios dados.
As três mãos
Quem preenche, quem confere e quem aprova são pessoas diferentes.
A pessoa preenche. Recebe um link só dela pelo WhatsApp, entregue por quem
lidera. O link vale uma vez e por 14 dias.
A liderança confere. O pastor ou o presbítero olha a ficha e deixa registrado
que conferiu.
Quem lidera o ministério aprova. E aprova sem nunca ver o CPF.
Nos lugares que pedem ficha, sem ela assinada e conferida não há como
aprovar — nem por pressa, nem por engano. E se um dado importante mudar depois, a
conferência cai e precisa ser feita de novo.
O CPF chega a duas pessoas. Para as outras, ele não existe.
Só o pastor e o presbítero leem a ficha completa, além da própria pessoa.
Quem lidera o ministério, o vice e o diaconato não veem um número escondido atrás de um
borrão: o número simplesmente não chega até eles.
Algumas coisas a igreja olha, e não guarda.
A certidão de antecedentes não fica guardada. A pessoa declara, a
liderança olha o documento e registra que olhou. Essa informação tem tratamento mais
rigoroso na lei, e guardar a imagem seria entregar à igreja um risco que ela não
precisa carregar.
E há o que a ficha nem pergunta: nada sobre quem procura ajuda, nada sobre
as crianças atendidas, nem estado civil, renda ou dízimo.
Uma palavra honesta sobre estes textos
Os textos que a pessoa assina foram escritos para passar pela revisão de um advogado, e é
ele quem fecha a base legal de cada um. Em três casos ainda há pontos em revisão: quem
mexe com o dinheiro da igreja, quem enxerga os dados da igreja, e quem cuida da segurança
e do transporte. A própria ficha avisa isso a quem lê. Preferimos mostrar onde o texto
ainda está sendo conferido a deixar parecer pronto.
Quem visita a página da sua igreja vê só o que a igreja decidiu mostrar, e não tem
caminho até o cadastro de ninguém.
Na página pública, a caixa de permissão vem desmarcada. Quem quer, marca.
Cada pessoa retira, no próprio perfil, a permissão de aparecer em público e de
receber e-mail.
A foto, só a própria pessoa coloca. A imagem é refeita sem a localização de
onde foi tirada. Menor de idade não tem foto.
Não há rastreador de anúncio nem de audiência nestas páginas.
De propósito
O que o Eis-me Aqui não faz.
Ele cuida de um momento só: o que vai de alguém dizer “quero servir” até ser
acolhido, e a conferência de quem vai cuidar de outras pessoas. Para o resto, a sua igreja
já tem o jeito dela, e não precisa aprender mais um sistema.
Escala e rodízio
Cadastro de membros e células
Finanças, oferta e dízimo
Check-in de culto ou de criança
Chat e grupos de conversa
Pontos, medalhas e ranking
Relatórios
Aplicativo para instalar
Abre no navegador do celular, como um site. Menos coisa para aprender, mais
tempo para a conversa que importa.
Comece pela sua igreja.
Cadastre a igreja, escolha os ministérios e leve o
chamado ao púlpito. Quando a primeira pessoa se oferecer, alguém da casa vai ficar sabendo.