Sobre o Eis-me Aqui

Acolher quem chega. Conferir com cuidado quem vai cuidar.

O que muda para cada pessoa da sua igreja, de quem levanta a mão no corredor até o pastor que responde pela congregação. E, ministério por ministério, o que a igreja pede antes de alguém começar a servir, e por quê.

Configurar um ministério A configuração de um ministério: o propósito, quando e onde se encontram, as funções e quem responde por ele.

Tela ilustrativa, com dados fictícios.

Quem se oferece

Quer servir e ainda não sabe onde? Tem por onde chegar.

Quem levanta a mão não precisa conhecer o organograma da igreja nem achar a pessoa certa no grupo. Precisa de uma porta, e de saber que alguém vai abrir.

  • Chega por onde fizer sentido: uma necessidade que a igreja publicou, uma função de um ministério, uma ideia própria, ou simplesmente “ainda não sei onde”.
  • Se oferece em poucos campos, sem criar conta nem senha.
  • Pode se oferecer até para um lugar que já está completo: a liderança guarda o nome dela para quando abrir.
  • Sabe quem vai ler. A confirmação traz o nome de quem vai falar com ela — não é um recibo automático.
  • Conhece a igreja antes de chegar: os ministérios, para que cada um existe, quando se encontram, onde há lugar em aberto, os horários de culto.
  • Depois que começa, enxerga o próprio ministério — o que faz, quando, onde, quem lidera, quem está na equipe — e recebe uma palavra de boas-vindas escrita e assinada pela liderança.
  • Cuida do que é dela: vê a própria ficha, corrige os próprios dados, decide a própria foto e retira, no próprio perfil, a permissão de aparecer em público ou de receber e-mail (o efeito chega em até 72 horas).

Quem lidera um ministério

Você sabe quem está esperando, e desde quando.

O líder continua sendo quem acolhe. A diferença é que agora ele vê quem está à espera, em vez de depender da memória.

  • Vê quem se ofereceu para o ministério dele e há quanto tempo cada pessoa espera acolhida.
  • Chama no WhatsApp ali mesmo, e a acolhida fica registrada.
  • Quando não é a hora, diz “agora não” com cuidado: escreve o motivo, oferece outro caminho e marca quando voltar a conversar. Nenhuma negativa sai sozinha — quem fala é alguém da casa.
  • Aprova quem entra no próprio ministério.
  • Descreve o ministério e as funções, publica o que está faltando, indica o próprio vice e monta a equipe vendo onde cada pessoa já serve, para não pesar sempre sobre os mesmos.
  • Manda a ficha para a própria equipe por um link, e enxerga dela o que precisa para cuidar de quem serve — contato de emergência, experiência, se está conferida — e nunca o CPF.

Quem acolhe sem destino · o diaconato

Quem disse “ainda não sei onde” tem alguém esperando por ele.

É quem mais se perde: não tem a quem procurar nem por onde começar. Na sua igreja, essa pessoa passa a ter um nome do outro lado.

  • O diácono recebe quem chegou sem saber onde servir, conversa e encaminha ao ministério certo.
  • Ajuda a cuidar do voluntariado: inclui pessoas, monta equipes, enxerga o que a liderança enxerga.
  • Acolhe sem carregar o que não é dele: não aprova, não mexe na estrutura dos ministérios, não lê a ficha.

A liderança da igreja

A igreja inteira à vista, sem perguntar a cada líder.

Pastor e presbítero começam pelo que precisa de atenção, e não por uma lista de tudo.

  • Montam a página da igreja: nome, logo, história, horários de culto. Endereço e mapa aparecem só se a igreja quiser.
  • Escolhem os ministérios num catálogo pensado para a igreja brasileira, e acham cada um pelo nome que a sua igreja usa.
  • Têm o chamado pronto para o púlpito: o texto, o endereço, o QR e a mensagem para mandar no WhatsApp.
  • Veem primeiro o que ficou para trás: a conversa prometida que venceu, quem passou do prazo sem acolhida, o ministério sem líder.
  • Conferem a ficha dos ministérios que pedem mais cuidado, e escrevem a anotação interna e a palavra de boas-vindas.
  • Os ministérios mais delicados — aconselhamento, resgate, segurança, transporte, tecnologia, secretaria e tesouraria — não aparecem como porta aberta ao público. Entra quem a liderança convida.
  • Quando alguém pede para sair de vez, o pastor atende: o nome e a ficha da pessoa somem, e fica só o registro de que houve o pedido.
  • A igreja se cadastra com o próprio CNPJ, e só aparece em público depois que uma pessoa confere.

A página da sua igreja

Sua igreja ganha um endereço para quem quer servir.

Cada igreja tem a própria página: quem ela é, quando se reúne, quais ministérios estão abertos e onde está faltando gente. É o link que vai no grupo do WhatsApp, no boletim e no telão — e é por ele que alguém chega sem precisar conhecer ninguém lá dentro.

  • A logo, o pastor, os horários de culto e, se a igreja quiser, o endereço com o mapa.
  • Os ministérios publicados, para que cada um existe e quantos lugares estão em aberto.
  • Um “Quero servir” em cada ministério, e a porta para quem ainda não sabe onde.
  • O texto pronto, o endereço e o QR para levar ao púlpito.
  • Se a igreja quiser, ela entra no diretório das igrejas do Eis-me Aqui: uma nova forma de ser encontrada por quem procura onde servir.
  • Só aparece o que a igreja publicou. Quem se ofereceu, e os dados de cada pessoa, nunca vão para a página.

A ficha, ministério por ministério

Nem todo lugar de servir pede a mesma coisa. E quem preenche sabe por quê.

Quem cuida de criança, quem leva gente na estrada e quem conta a oferta servem com a mesma disposição, mas não com a mesma responsabilidade. Por isso a ficha não é igual para todos. E ninguém preenche no escuro: no momento de digitar, a pessoa lê o motivo escrito para o lugar onde ela vai servir — não um aviso genérico.

A ficha resumida

Para todos que servem.

O que pede
Nome completo, nascimento, telefone, um contato de emergência, desde quando é da igreja e a experiência que já tem.
Quem lê
Quem lidera o ministério, o vice, o diaconato, a liderança e a própria pessoa.

A ficha completa

Para os ministérios que pedem mais cuidado.

O que pede
Tudo da resumida, mais CPF, RG, endereço, a igreja de onde veio (com um contato de lá e o motivo da saída) e três declarações.
Quem lê
Só o pastor, o presbítero e a própria pessoa.

A ficha completa vale também para quem lidera esses ministérios, e não só para quem serve neles. E há funções delicadas dentro de ministérios comuns — como quem ensina as crianças na escola bíblica — que também pedem ficha assinada, conferida e aprovada, na versão resumida.

Por que cada ministério pede mais

Os motivos são cinco. Cada um tem o seu texto, e é ele que a pessoa lê e assina. Quem escolhe qual texto aparece é o ministério, nunca a pessoa: ninguém escolhe o que vai assinar.

Ministério infantil e de adolescentes

“Porque são menores de idade”

Quem você vai cuidar aqui ainda não tem idade para responder por si, e enquanto está na igreja é a igreja que responde por ele. Por isso, antes de você começar, ela precisa saber quem você é — com documento, e não só de vista.

Ela declara que não responde a processo nem foi condenada por crime contra criança ou adolescente; que autoriza a igreja a consultar os seus antecedentes e a falar com a igreja anterior; e que nunca fica a sós com uma criança — porta aberta, sempre com outro adulto.

O texto que ela assina cita o Estatuto da Criança e do Adolescente e a LGPD.

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“Porque alguém vai depender de você”

Pessoa idosa, pessoa com deficiência, quem procura conselho, quem está saindo de um vício: aqui quem recebe o cuidado depende de quem cuida, e nem sempre consegue pedir ajuda se alguma coisa sair errada.

Ela declara que não tem condenação por crime contra pessoa idosa, pessoa com deficiência ou pessoa vulnerável; que não fica a sós com quem é cuidado; e que guarda sigilo do que ouve.

O texto que ela assina cita o Estatuto da Pessoa Idosa, a Lei Brasileira de Inclusão e a LGPD.

Secretaria e tesouraria

“Porque passa dinheiro da igreja pela sua mão”

Quem mexe nisso ela confere — não porque duvide de você, mas porque é assim que ela consegue dizer à congregação, de cara limpa, que o que é de todos está em mãos conhecidas.

Ela declara que não tem condenação por crime contra o patrimônio; que toda entrada e saída passa por duas pessoas; que presta contas; e que guarda sigilo.

Tecnologia

“Porque você vai enxergar os dados de toda a igreja”

Quem cuida dos sistemas alcança o cadastro de todo mundo — nome, telefone, endereço, a vida de gente que nunca vai saber que você teve acesso.

Ela declara que usa só o acesso de que precisa, não copia nem repassa nada, avisa no mesmo dia se algo vazar e devolve os acessos quando sair.

Segurança e transporte

“Porque a segurança das pessoas fica na sua mão”

Quem fica na porta decide quem entra; quem dirige leva gente na estrada, muitas vezes criança e pessoa idosa.

Ela declara que, se for dirigir, tem habilitação válida e da categoria certa; que não dirige depois de beber; e que nunca fica sozinha com criança ou pessoa idosa.

Um ministério delicado que não está nesta lista

A ficha não inventa um motivo.

Ela pede à pessoa que pergunte a quem a convidou, antes de enviar. Dizer um motivo errado seria afirmar um fato falso sobre a vida de quem preenche.

O que todo mundo assina, em qualquer ministério:

  • que serve de forma voluntária, sem remuneração e sem vínculo de emprego (o texto cita a Lei do Voluntariado);
  • que pode deixar de servir quando quiser;
  • que pode pedir para ver, corrigir ou apagar os próprios dados.

As três mãos

Quem preenche, quem confere e quem aprova são pessoas diferentes.

  1. A pessoa preenche. Recebe um link só dela pelo WhatsApp, entregue por quem lidera. O link vale uma vez e por 14 dias.
  2. A liderança confere. O pastor ou o presbítero olha a ficha e deixa registrado que conferiu.
  3. Quem lidera o ministério aprova. E aprova sem nunca ver o CPF.

Nos lugares que pedem ficha, sem ela assinada e conferida não há como aprovar — nem por pressa, nem por engano. E se um dado importante mudar depois, a conferência cai e precisa ser feita de novo.

O CPF chega a duas pessoas. Para as outras, ele não existe.

Só o pastor e o presbítero leem a ficha completa, além da própria pessoa. Quem lidera o ministério, o vice e o diaconato não veem um número escondido atrás de um borrão: o número simplesmente não chega até eles.

Algumas coisas a igreja olha, e não guarda.

A certidão de antecedentes não fica guardada. A pessoa declara, a liderança olha o documento e registra que olhou. Essa informação tem tratamento mais rigoroso na lei, e guardar a imagem seria entregar à igreja um risco que ela não precisa carregar.

E há o que a ficha nem pergunta: nada sobre quem procura ajuda, nada sobre as crianças atendidas, nem estado civil, renda ou dízimo.

Uma palavra honesta sobre estes textos

Os textos que a pessoa assina foram escritos para passar pela revisão de um advogado, e é ele quem fecha a base legal de cada um. Em três casos ainda há pontos em revisão: quem mexe com o dinheiro da igreja, quem enxerga os dados da igreja, e quem cuida da segurança e do transporte. A própria ficha avisa isso a quem lê. Preferimos mostrar onde o texto ainda está sendo conferido a deixar parecer pronto.

Os dados de quem serve

Cada igreja enxerga só a própria gente.

  • Uma igreja nunca vê as pessoas de outra.
  • Quem visita a página da sua igreja vê só o que a igreja decidiu mostrar, e não tem caminho até o cadastro de ninguém.
  • Na página pública, a caixa de permissão vem desmarcada. Quem quer, marca.
  • Cada pessoa retira, no próprio perfil, a permissão de aparecer em público e de receber e-mail.
  • A foto, só a própria pessoa coloca. A imagem é refeita sem a localização de onde foi tirada. Menor de idade não tem foto.
  • Não há rastreador de anúncio nem de audiência nestas páginas.

De propósito

O que o Eis-me Aqui não faz.

Ele cuida de um momento só: o que vai de alguém dizer “quero servir” até ser acolhido, e a conferência de quem vai cuidar de outras pessoas. Para o resto, a sua igreja já tem o jeito dela, e não precisa aprender mais um sistema.

  • Escala e rodízio
  • Cadastro de membros e células
  • Finanças, oferta e dízimo
  • Check-in de culto ou de criança
  • Chat e grupos de conversa
  • Pontos, medalhas e ranking
  • Relatórios
  • Aplicativo para instalar

Abre no navegador do celular, como um site. Menos coisa para aprender, mais tempo para a conversa que importa.

Comece pela sua igreja.

Cadastre a igreja, escolha os ministérios e leve o chamado ao púlpito. Quando a primeira pessoa se oferecer, alguém da casa vai ficar sabendo.

Cadastrar minha igreja

Você vai precisar do CNPJ da igreja.